Desenvolvimento de habilidades comportamentais é crucial para saúde empresarial

6/12/2021 – Gestores e líderes devem estar atentos e possibilitar o desenvolvimento das habilidades comportamentais dos seus colaboradores

As empresas precisam de funcionários tecnicamente competentes, mas o domínio das hard skills (técnica) sozinho não constitui um bom profissional. O candidato ideal a um cargo geralmente possui capacidades específicas da profissão, mas, também, emocionais, que caminham lado a lado na resolução de problemas e soluções, aliando técnica e conduta.

Há uma razão muito importante para recrutadores exigirem cada vez mais dos candidatos as habilidades comportamentais, também conhecidas pelo termo soft skills. As empresas precisam de funcionários tecnicamente competentes, mas o domínio das hard skills (técnica) sozinho não constitui um bom profissional. O candidato ideal a um cargo geralmente possui capacidades específicas da profissão, mas, também, emocionais, que caminham lado a lado na resolução de problemas e soluções, aliando técnica e conduta.

Essa união de competências, que pode parecer bastante simples, é suficientemente complexa para alongar processos seletivos e deixar chefias e recrutadores mais hesitantes em relação as suas escolhas. Muitas vezes acaba sendo mais prático investir no desenvolvimento de habilidades dos funcionários. Esse investimento pode ter as hard skills como objetivo, mas fundamentalmente deve ser orientado a estabelecer ou amadurecer habilidades que sejam alinhadas ao propósito e valores da empresa. Uma instituição com uma cultura organizacional clara, objetiva e verdadeira é mais atrativa para funcionários que estejam à procura de uma vaga e funciona melhor também para retenção de talentos internos.

Mapeamento de competência – A gestão de recursos humanos não consiste apenas na administração de holerites, férias e atividades relacionadas. Inclui, também, aprimorar o ambiente corporativo criando condições para mais produtividade. Para tanto, é necessário mapear as competências da equipe, sejam as que envolvem hard skills ou soft skills. O próximo passo é agir para desenvolver essas aptidões, sempre frisando que o ganho é mútuo – para o profissional e para a empresa.

“Dentre os soft skills valorizados pela RS Serviços estão flexibilidade, ética, iniciativa, liderança, otimismo, resiliência, respeito, responsabilidade, visão estratégica, comprometimento, comunicação, cooperação, empatia, espírito de equipe e outros”, afirma Clovis Keller, CFO da RS Serviços. Em algumas áreas, uma característica se sobressalta a outra, mas não são todos os profissionais que as têm no grau requerido. Quando isso é identificado, cabe à empresa conduzir o processo para que haja uma evolução nesse sentido. Isso é possível de muitas formas, como com incentivos de ampliação do conhecimento e aprendizado contínuo, seja por meio de cursos dos mais distintos níveis, intercâmbios, participação em congressos, implementação da cultura de feedbacks e reconhecimento, incentivo à comunicação e estímulos constantes que podem envolver diferentes dinâmicas de acordo com o que se pretende.

São elementos que não apenas promovem o bem-estar no ambiente corporativo, mas que ensejam múltiplas possibilidades de interação entre todas as partes envolvidas. “Já sabemos que um funcionário feliz é mais produtivo, mas o que muitos gestores ainda parecem ignorar é que essa responsabilidade também é de cada um de nós e que gestores e líderes devem estar atentos e possibilitar o desenvolvimento das habilidades comportamentais dos seus colaboradores”, conclui.

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