O governo do prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), publicou decreto que aprova de forma definitiva o parcelamento da área perante o município, excluindo o acordo de que o preço estaria fixado em até 10% do valor venal, conforme acordo com a CDHU.

Entretanto, o CDHU mudou as tratativas, e as negociações com os moradores se dará por meio de subsídio de acordo com a situação econômica de cada um. Os valores foram firmados pela CDHU foi em 15% da renda familiar. O montante poderá ser financiado em até 30 anos, com taxa de juros de 4% ao ano, além de isenção total da área construída e de garantia de diluir todos os impostos e taxas no financiamento.

Em junho, o vice-líder do governo Fábio Lopes (PPS) destacou compromisso do Paço que o preço estaria fixado em até 10% do valor venal, conforme acordo com a CDHU. “A dívida ficará limitada a 10%, é o teto. Constará no decreto (do prefeito)”, afirmou.

A Associação de Moradores criticou a modificação da fórmula de negociação com a companhia, sinalizando que parte dos moradores não deve aceitar a proposta. Segundo ela, um dos principais pontos negativos do contrato é que se o morador atrasar três meses o pagamento do acordo corre o risco de perder a propriedade.

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