Em reportagem do jornalista Daniel Macário publicada nesta terça-feira (27/02) demonstra que Santo André ainda não prestou contas sobre os gastos com Educação durante 2017 e, por isso tiveram repasses para a área suspensos pelo governo federal.

Até a regularização da pendência junto à União, a cidade está impedida de firmar novos convênios com o MEC (Ministério da Educação) e também de receber recursos além dos já previstos na Constituição.

O bloqueio de verba ocorre após os gestores  não terem enviado ao FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) dados que comprovem os investimentos feitos na Educação ao longo do ano passado. O prazo para encaminhamento dos relatórios terminou em 30 de janeiro.

De acordo com o MEC, até ontem (26/02), existem pendências no relatório do Siope (Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação) que coleta, processa e divulga informações referentes aos orçamentos de Educação da União, dos Estados, e de municípios com o objetivo de dar transparência aos investimentos do setor no País.

Quatro municípios do Grande ABC ( Santo André, Diadema, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra)  ainda não prestaram contas sobre os gastos com Educação durante 2017. No caso de Santo André, o cenário  é alarmante. Apenas a prestação de contas referentes ao primeiro bimestre de 2017 havia sido apresentada até ontem.

“Infelizmente, não dá para confiar no governo do prefeito Paulo Serra (PSDB), um governo que acaba de imprimir mais um jornal de prestação de contas do ano de 2017 com o Slogan ‘Quem ouve a população sabe o que fazer. Quem trabalha com planejamento e eficiência sabe como fazer’. Como o prefeito que não presta contas dos recursos da educação, deixando de receber recursos essenciais para nossas crianças, vem falar em planejamento e eficiência?, declarou o vereador de oposição Willians Bezerra (PT).

 

 

 

 

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