Mal de Alzheimer: entenda mais sobre esta doença incurável

Apesar de não ter cura, o tratamento é fundamental no controle da doença

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o Mal de Alzheimer é a forma mais comum da demência, responsável por cerca de 60% a 70% dos casos.

A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas. Talvez, por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.

A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.

Apesar de não ter cura, é uma doença na qual o diagnóstico precoce pode ajudar muito, principalmente nas fases iniciais da doença. Normalmente a doença vai se agravando com o passar do tempo e evolução da demência, mas com tratamento e acompanhamento profissional, pode-se retardar os sintomas e amenizar o peso da doença.

Medicamento que pode atrasar efeitos do mal de Alzheimer

O Centro de Imunologia Nuclear (CIM) de Cuba vai começar em 2017 a testar  em humanos o medicamento NeuroEpo, que tem o efeito de retardar os efeitos do mal de Alzheimer. Em análises iniciais, o fármaco – de produção 100% cubana – mostrou ter uma função neuroprotetora.

O medicamento será aplicado em pessoas que estejam nos estágios iniciais de Alzheimer. O remédio não evita e, tampouco, elimina a doença, mas pode trazer um alívio aos pacientes que estejam apresentando os primeiros sintomas.
Segundo Leslie Pérez, pesquisadora do CIM, a ideia é retardar a degeneração neurológica. “O objetivo do tratamento é ajudar a demorar esse processo degenerativo e melhorar a qualidade de vida da pessoa e da família”, afirmou.

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