Átila Jacomussi, prefeito preso de Mauá, bateu panela para tirar Dilma é acusado de participar do esquema de desvio de verbas da merenda 

O subprocurador-geral da República, Edson Oliveira de Almeida, afirmou em manifestação ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o Ministério Público Federal recuse o habeas corpus ao prefeito preso de Mauá (SP), Átila Jacomussi (PSB), alvo da Operação Prato Feito.

Em 9 de maio, a Polícia Federal apreendeu R$ 80 mil dentro de uma panela no armário da cozinha da casa do prefeito e R$ 7 mil em sua “bolsa pessoal”.

A Prato Feito foi deflagrada para desmontar um complexo esquema de desvios de verbas da merenda escolar em 30 prefeituras paulistas – entre elas a da capital, por contrato de 2011. Jacomussi foi preso em flagrante por lavagem de dinheiro. Sua defesa afirma que os R$ 87 mil em espécie são fruto de aluguéis, pensão por morte de sua ex-mulher e sobras de salários.

Em 11 de abril de 2016, Atila postou em sua rede social, orientação e apoio à favor do impeachment da presidente da República. “Estou a favor do Brasil, lutando ao lado do povo por mais qualidade de vida. Vamos juntos fazer as mudanças que tanto sonhamos!”

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